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Depoimento de Dioni Marcal
Esta é a Dione, de Torres/RS

O que aprendi tem sido de utilidade inestimável para a vida toda...em festas e restaurantes, ah, aí sim que vale mais. Meu olhar para a comida mudou e mudou muito

 »   Peso inicial:  66,5 kg
 »   Peso final:  57,2 kg
 »   Emagreceu:  9,3 kg
O que a Emagrecendo significa para você?

"Tive uma doença nas tireóides há 10 anos. Acabei me submetendo a uma cirurgia para retirada das mesmas. Até o aparecimento da doença, a duras penas, conseguia manter meu peso. A partir de então, com hipotiroidismo, já em menopausa e com herança genética da obesidade (minha família materna toda é obesa), iniciou meu tormento.

Comecei a engordar, gradativamente, até chegar aos 10 quilos do início do programa. Como meu metabolismo havia se alterado, não conseguia emagrecer. Tentei de tudo: dietas com endocrinologistas – aquelas (restritivas) de um bife com alface, etc, sempre igual, que eu acabava enjoando e, aí, pronto, voltava a comer normalmente e, claro, voltava a engordar. Todo tempo e esforços perdidos. Mas ninguém agüenta proibições alimentares eternas. Aí, então, depois de várias tentativas e mesmo número de fracassos, veio a fase dos medicamentos. Reductil, Xenical, etc. Eles ajudam, mas sozinhos não fazem milagres, e é claro que fracassei também nesse capítulo – o milagre está na reeducação alimentar, mas aquela que realmente nos ensina a comer...

Foi então que, um dia lendo a revista “Cláudia”, descobri o “Emagrecendo” e, curiosa, fui dar uma olhada... Já conhecia e admirava o Dr. Alfredo pela imprensa, já tinha ouvido sobre a cidade gaúcha que havia emagrecido toneladas, e, graças a Deus, tomei a decisão de me associar. Achei que o método poderia dar certo e resolvi tentar. Sou disciplinada e dessa forma, parecia-me mais fácil enfrentar a dieta. Fiquei encantada pela liberdade na escolha dos alimentos.

Claro que o início não foi fácil. Adaptar-me à pontuação inicial, mesmo com liberdade na escolha dos alimentos, foi, de certa forma, um choque. Era muito pouco, levando em consideração os hábitos alimentares estabelecidos até aquela data. Começou então um novo aprendizado – o do valor calórico dos alimentos. Era necessário e fundamental. Busquei o leite, iogurte, pão, margarina, geléias, queijo, presunto, etc, de baixas calorias (light) e não comprava nada sem ler as informações nutricionais; aprendi a usar o adoçante, excluí as frituras de minha cozinha e assim, emagreci meu primeiro quilo.

Em alguns momentos, principalmente no inverno passado, foi muito difícil. Como moro no RS, o frio é rigoroso e houve dias de hipoglicemia – então sim, ficava difícil – como seguir a tabela de pontos? Novo aprendizado: uma água de coco, ou uma barra de cereais, ou uma fruta – e o problema estava resolvido. Nessas ocasiões, pensava em desistir . Mas aí vinha a avaliação, nova perda de peso e o ânimo se renovava. Nos dias de frio intenso, quando tinha mais compulsão, animava meu organismo com sopas leves ou leite desnatado quentes.

Nos demais aspectos, aprendi que podia comer de tudo, podia ir as festas, tomar cerveja, vinho, comer doces e bombons, pontuando, contando e descontando pontos. Aprendi a poupar e pagar pontos, conforme as necessidades.

Perdi peso gradativa e lentamente, até em função do metabolismo – mas com saúde, isso posso garantir. Junto com o peso, fui perdendo colesterol, triglicérides, glicose e números no meu manequim, e ganhando uma pressão arterial normal, leveza, auto-estima, alegria de viver!

A perda de peso constante, independente do que se come, mas do quanto se come, foi, definitivamente, a grande mola propulsora do meu sucesso. Inclusive agora, na manutenção do peso, que é a fase mais delicada da dieta, porque se não houver uma reeducação alimentar, todo o esforço é perdido – o programa tem sido de enorme valor – continuo contando e anotando pontos. Dessa forma mantenho meu peso e como tudo o que quero e tenho vontade.

Na minha cidade, acontecem algumas festas anuais e uma delas, que toda minha família adora, é uma Festa-baile Italiana, do Queijo e do Vinho. A comida é farta e dura a noite inteira. Todos os petiscos e guloseimas salgadas e doces das “mamas” italianas lá são servidos (imagine alguém de dieta, ir a uma festa dessas!). Ano passado, desesperei-me e até pensei em não ir. Mas, depois, achei que não seria justo – não deveria privar-me e à minha família desse lazer. Entrei em contato com a Equipe do Emagrecendo, expliquei a situação e, fiquei feliz com as orientações e conselhos. Fui incentivada a ir sim, e aplicar os ensinamentos. Foi minha prova de fogo. Fiz poupança nos dias anteriores à festa e compensei nos posteriores. A festa foi muito boa, me diverti muito, dancei bastante, conversei e fiquei feliz a noite toda e, - não engordei um grama sequer!

Outro fator de enorme importância para meu tipo de temperamento e, certamente concorreu para o êxito da empreitada, é a forma como se apresenta o programa – é impessoal, embora se mantenha um contato estreito com a equipe. A responsabilidade é nossa, inclusive da balança – não há a cobrança e o constrangimento se, por acaso, em alguma semana, não obtivermos êxito. Pelo contrário, a equipe de nutricionistas sempre está incentivando e colocando nossa auto-estima para cima. Em todas as ocasiões em que precisei orientação extra ou não, nunca fiquei desapontada. Sou muito grata a toda a EQUIPE.

O que aprendi no PROGRAMA tem sido de utilidade inestimável para a vida toda, com certeza. Mas em festas e restaurantes, ah, aí sim que vale mais. Meu olhar para a comida mudou e mudou muito. Agora avalio bem, e já estou contando os pontos. Escolho o que mais gosto, como pouco e converso muito. Depois reavalio meu apetite – vale a pena comer mais? Geralmente chego a conclusão que não. Meu maior prazer hoje, quando deixo de comer por gula, é saber que amanhã meu peso será o mesmo, que minha roupa vai continuar servindo, que minha saúde continua ótima e que minha auto-estima continua elevada. Quer maior motivação para ter amado e continuar amando o EMAGRECENDO?

Para concluir, gostaria de dizer que É POSSÍVEL, SIM, EMAGRECER, COMENDO TUDO O QUE SE GOSTA E ATÉ SURTAR VEZ QUE OUTRA, COMENDO UM POUCO ALÉM DA CONTA, PORQUE NA CONTABLIDADE DO “EMAGRECENDO”, A GENTE ACABA ACERTANDO OS “PONTOS”, POUPANDO ALGUNS DIAS OU PAGANDO EM OUTROS, MAS TENDO A CERTEZA QUE, COM DETERMINAÇÃO E DISCIPLINA, HÁ SIM, EMAGRECIMENTO NO “FIM DO TÚNEL.”

Dioni Marcal
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